quarta-feira, 29 de abril de 2026

Publicidade dos velhos tempos....

 






The Andrews Sisters
(Rum and Coca-Cola)
(1944)










































































































































































































sábado, 25 de abril de 2026

I Love That Girl (1928)

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Era uma vez em 1928, quase há um século...

Tinham saído havia uma década da guerra mortífera (1914-1918) e encaminhavam-se para outra, ainda pior, dentro de onze anos. (Herr Adolfo já se fazia ouvir em fundo na Alemanha, e anunciava, a quem quisesse ver e ouvir, aquilo que não tardaria a praticar, com a sua legião de assassinos, durante doze anos de terror e desumanidade).

Estavam também à beirinha da catástrofe financeira que arruinaria milhões de pessoas e provocaria uma enorme lista de suicídios e outras desgraças (ah, este mercado omnisciente dos dinheiros abundantes e fáceis, esta cariciosa "mão invisível" que tudo sabe e tudo acerta, este capitalismo à solta, sem rédeas, insaciável, de que tanto gostam alguns figurões que por aí pululam...).

Entretanto, paradoxalmente, a alegria expandia-se livremente nos "dancings", ao ritmo trepidante das modas da época.
Uma alegria esfuziante, aparentemente genuína.

Em particular no que dizia respeito às meninas, nem sequer - aparentemente - se manifestavam grandes preocupações com dietas.
Nada de depressões ou de bulimias.
Felizmente para elas.
E para quem contemplava toda aquela despreocupada alegria...

sábado, 18 de abril de 2026

"Olympus" (do álbum "Mar Magalhães") - LUÍSA AMARO (Portugal)

 


Neste inspirado e feliz casamento de instrumentos musicais, Luísa Amaro toca guitarra portuguesa e Gonçalo Lopes acompanha-a no clarinete-baixo:




Viagens marítimas dos portugueses

(séculos XV e XVI):

Nota: Fernão de Magalhães era português. Achava-se ao serviço dos reis de Espanha quando efectuou a sua viagem de circum-navegação do Mundo, durante a qual morreu (Filipinas, 1521).

O comando passou então para Sebastião Elcano, que finalizou a viagem.


sábado, 11 de abril de 2026

Que destino teria sido o de Napoleão Bonaparte se a França não tivesse ocupado a sua Córsega natal?


“Quando, em 1768, Luís XV conseguiu reunir a Córsega à França, como não suspeitou ele de que o fundador de uma quarta dinastia nasceria lá um ano depois da sua nova aquisição?

Mas - e se a anexação não tivesse tido lugar?

Em França, eram numerosos os que a não desejavam, considerando-a inútil e embaraçosa.
Se tivesse prevalecido a sua opinião, a ilha ou cairia nas mãos dos ingleses ou seria independente sob o comando de Paoli.
Qual teria sido nesse caso a sorte de Napoleão?

Uma vida obscura, no meio das rivalidades dos clãs, e, quando muito, a propriedade de alguns olivais e de uns quantos pés de vinha. Provavelmente, funções medíocres e honoríficas, a exemplo de seu avô Ramolino, que foi inspector de pontes e calçadas por conta da República genovesa.

E os Ingleses? Esses, nem sequer há a certeza de que tivessem dado um uniforme ao jovem indígena.

Quanto à possibilidade de pôr a sua espada ao serviço de um país estrangeiro, ter-lhe-ia decerto faltado a educação militar. Ou tê-la-ia Napoleão recebido?

Sem a França, o seu génio não se teria revelado.



 
A anexação constituiu o seu primeiro golpe de sorte, pois uniu a Córsega a um país suficientemente liberal, confiante e generoso para abrir as suas melhores escolas aos franceses de última hora.

Além disso, o país atravessaria uma fase de perturbação precisamente na data em que o jovem ajacciano atingia os vinte anos. E esta vasta desordem viria a oferecer oportunidades de inauditos destinos aos indivíduos bem dotados.

Este homem extraordinário não só sabia o que o seu destino tinha tido de prodigioso, como também possuía consciência da conjugação de ocorrências que haviam sido necessárias para o elevar ao Império e torná-lo sobrinho do rei de quem, lugar-tenente obscuro, ele tinha visto a queda por ocasião da jornada do 10 de Agosto.

Que romance, no entanto, foi a minha vida!, exclamará, no momento do epílogo.

De uma outra vez, em Santa Helena (ver aqui), dizia que passariam mil anos antes que as circunstâncias que se tinham acumulado sobre a sua cabeça viessem a escolher um outro de entre a multidão para o elevar assim tão alto (…).” (*)



(*) Napoleão – Jacques Bainville (1879-1936)

(Publicado em Portugal por Editorial Aster, Lisboa, 1960)

1812 - Abertura
(Tchaikovsky):


"A Marselhesa":

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Que Viva México! ("El Cascabel")

 


Pela Orquestra Sinfónica de Xalapa e o Mariachi Universitário (Universidad Veracruzana)...


...e pelo Mariachi Chavez:


sábado, 4 de abril de 2026

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Booty Swing (Parov Stelar)

 



Para saber mais sobre Parov Stelar, clique aqui.

sábado, 28 de março de 2026

sábado, 21 de março de 2026

"SINNERS", filme vencedor de 4 Óscares do Cinema (edição de 2026)

 


"Sinners" ("Pecadores") foi um dos filmes mais distinguidos na recente edição dos Óscares do cinema (a 98.ª).

Conquistou quatro prémios, entre eles o de Melhor Actor (Michael B. Jordan) e o da Melhor Banda Sonora.

O filme, dirigido por Ryan Coogler, baseia-se num guião que segue dois irmãos que retornam à sua cidade natal para abrir um bar de música blues, enfrentando  um thriller sobrenatural ...

Esta cerimónia, de 2026, ocorreu no Dolby Theatre, de Los Angeles.

Oiça, abaixo, as  três peças que seleccionámos da premiada banda sonora.

Pick Poor Robin Clean:



I Lied To You:



Juke: