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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Odette Sansom - A espia mais condecorada da 2.ª Guerra Mundial


Odette Sansom

Odette Sansom, uma dona de casa francesa e mãe de três filhas, resolveu tornar-se espia dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Foi capturada e torturada, mas sobreviveu sem nunca quebrar.
A sua história acaba de ser publicada em Portugal. Nome de código Lise”, editado este mês pela Vogais, é a história verdadeira de uma espia do SOE (Executivo de Operações Especiais), que poderia ser banal, não fosse o caso de esta mulher pouco conhecida ser a mais condecorada de todos os espiões da Segunda Guerra Mundial.

Odette Sansom Hallowes, também conhecida como Odette Churchill, era uma mulher “bastante vulgar, talvez até enfadonha”, que não bebia, não fumava, nem praguejava. Não obstante, era uma "assassina treinada”, uma heroína da resistência francesa, que foi presa, torturada e levada para um campo de concentração, sem nunca ter “quebrado”, conta o autor, Larry Loftis, no prefácio do livro.

Como refere o escritor num artigo publicado pela revista “Time”, “peça-se a um aficionado da Segunda Guerra Mundial que nomeie os espiões mais condecorados da guerra e provavelmente recebe-se uma de três respostas: Dusko Popov (nome de código: Tricycle), o agente duplo que avisou o FBI sobre Pearl Harbor e que inspirou o James Bond de Ian Fleming; Juan Pujol (nome de código: Garbo), o espanhol que enganou os alemães com uma falsa rede de 15 agentes; ou Roman Garby-Czerniawski (nome de código: Brutus), o agente duplo polaco que tinha cem agentes na rede de espionagem que criou, a Interallié.





À esquerda o espião sérvio Dusko Popov (Tricycle). À direita, a ficha consular brasileira do espião espanhol Juan Pujol (Garbo).



Afirma o autor: Todos eles foram grandes espiões e determinantes para enganar os alemães quanto ao dia D, todos eles foram condecorados, mas as suas condecorações empalidecem quando comparadas com as de uma espia chamada Odette Sansom (nome de código: Lise), distinguida com a Ordem do Império Britânico, a Ordem Nacional da Legião de Honra (a maior condecoração francesa), a Cruz de George (a mais alta condecoração civil do Reino Unido), e mais outras cinco medalhas”.

O mesmo se passou com o próprio autor do livro, que, até “descobrir” Lise, estava convencido de que Dusko Popov fora o maior espião da Segunda Guerra Mundial, e talvez o maior espião da história.

Foi ocasionalmente, quando lia “História do Coronel Henri”, as memórias do sargento Hugo Bleicher, agente secreto alemão que trabalhava contra a Resistência Francesa na França ocupada pelos nazis, que esbarrou com Odette Sansom. Hugo Bleicher infiltrara-se numa rede em que estava implicada uma espia dos Aliados chamada ‘Lise’”, descreve o autor no prefácio do livro.

Foi então que ele mergulhou em tudo o que tivesse sido publicado em inglês sobre o assunto, a começar pelas fontes primárias, desde biografias a memórias de várias personalidades que com ela privaram ou se cruzaram. Analisou ainda todos os documentos do SOE que lhe fizessem referência e viu as entrevistas pessoais de Odette em 1986.

Depois de toda a informação que recolheu, questionou-se “como era possível que quase ninguém tivesse conhecimento daquela mulher” e decidiu contar a sua história.

Odette Sansom

Em 1942, não se vislumbrava um fim para a Segunda Guerra Mundial e Odette Sansom, casada com um inglês e mãe de três meninas, decidiu seguir o exemplo do pai na Primeira Guerra Mundial e tornou-se agente do SOE, como mensageira, para ajudar a Grã-Bretanha e a França.
Após cinco tentativas falhadas e um acidente de avião, Odette desembarca por fim na França ocupada para dar início à sua missão e é então que conhece o seu oficial superior, o capitão Peter Churhill, líder do circuito.

À medida que completam com êxito missão atrás de missão, Peter e Odette apaixonam-se, mas cada sucesso aproxima os inimigos da sua localização, até que são traídos por outro agente.

Os dois foram detidos por Hugo Bleicher e enviados para a prisão em Paris, sendo posteriormente interrogados. Mas enquanto Peter Churchill seguiu o protocolo do SOE e se fez de “tonto” - negando tudo, exceto ser um agente britânico -, Odette fez o oposto e disse aos alemães que ela era a líder da rede e que Peter era apenas um peão na operação.

Odette foi então entregue à Gestapo, sendo interrogada 14 vezes. Sujeita à fome e à tortura, “nunca quebrou”, e a sua resposta era sempre a mesma: “Não tenho nada a dizer”.

Prisioneiras no campo alemão de Ravensbrück.

Quando a Gestapo percebeu que ela nunca falaria, condenou-a à morte e enviou-a para o local mais temido por todas as mulheres na Europa, Ravensbrück, um campo de concentração feminino a cerca de 90 quilómetros de Berlim. Ali foi colocada numa prisão subterrânea, conhecida como “o Bunker” (rever aqui e aqui).

Durante três meses e oito dias definhou numa pequena cela, ora demasiado quente, ora gelada, praticamente sem comida e em escuridão total, exceto durante cinco minutos por dia em que se acendia uma luz por cima da sua cabeça.
O corpo não tardou a ficar coberto de chagas, sofreu de disenteria e escorbuto, perdeu o cabelo e dentes, e acabou por sucumbir a um estado de semi-coma, mas o médico da enfermaria reanimou-a com uma injeção e ela voltou para a cela. Aguentou até ao fim sem nunca entregar o nome de nenhum agente.

Odette sobreviveu à guerra quase milagrosamente, ao contrário de muitos dos seus camaradas do SOE. Até ao fim da vida, pediu para que ninguém os esquecesse.

Em algumas entrevistas que deu, admitiu não haver outra razão para ter sobrevivido senão o nome Churchill. Apesar de não haver qualquer parentesco entre Peter Churchill e Winston Churchill (primeiro-ministro do Reino Unido durante a guerra), existia a convicção deste parentesco, que ela nunca desmentiu.

Odette separou-se de Peter ao fim de nove anos de casamento (em 1956) e casou-se com Geoffrey Hallowes. Morreu em 1995, com 82 anos.

Em 1950 foi feito um filme sobre ela, “Odette”, que se estreou na altura com grande aclamação em Inglaterra e nos Estados Unidos (ver cartaz a seguir).



(Fonte do texto: Redacção da TVI24 - Lisboa - Portugal - 27-Junho-2019)

sexta-feira, 12 de julho de 2019

A Segunda Valsa (Dmitri Shostakovitch)

Shostakovitch em 1925

Dmitri Dmitrievitch Shostakovitch nasceu em São Petersburgo, Rússia, em 1906, e faleceu em Moscovo no ano de 1975 (saiba mais sobre ele, aqui).

Oiça, abaixo, a sua Segunda Valsa.
O vídeo é um excelente trabalho de VidMak e resulta da feliz combinação de vários filmes. Começa por O Leopardo, onde podemos distinguir algumas figuras muito nossas conhecidas (Burt Lancaster, Claudia Cardinale, Alain Delon, etc).



sábado, 6 de julho de 2019

O Homem da "Máscara de Ferro"

O homem da máscara

Paris, França, 18 de Setembro de 1698, em pleno reinado de Luís XIV, o famoso Rei-Sol.
Nesse dia chegou à cidade o novo governador da prisão da Bastilha, Bénigne d'Auvergne de Saint-Mars, acompanhado de um misterioso prisioneiro com o rosto oculto por uma máscara. Segundo se viria a apurar, Saint-Mars era há muito responsável por este homem, mantendo sobre ele, em sucessivos presídios, apertadíssima vigilância. Na opinião de alguns historiadores, a reclusão do homem da máscara duraria há cerca de três décadas quando os portões da prisão parisiense se fecharam sobre ele.
O registo de entradas na Bastilha foi, a seu respeito, de extrema concisão, não fornecendo pistas ou indícios de relevo: deu entrada no cárcere às 3 horas da tarde de 18 de Setembro de 1698 um prisioneiro mascarado trazido de Pignerol.

O regime em que o mantiveram naquela que viria a ser a sua última prisão foi semelhante ao que tivera nos presídios anteriores. Pormenor fundamental: não podia, por ele próprio, retirar a máscara. Esta não lhe fora imposta como tortura ou castigo: visava, apenas, impedir que pudesse ser reconhecido por alguém.
A propósito, a máscara não era "de ferro", como tem sido difundido. Crê-se que fosse de couro ou de um tecido forte a que teria sido acoplado um dispositivo metálico, com cadeado, que impossibilitava a remoção pelo portador. 
O nome do preso nunca era pronunciado por ninguém e era proibido manter com ele, para além do estritamente necessário, quaisquer conversas (talvez com excepção do omnipresente Saint-Mars). Durante o longo período em que penou nas prisões, os seus carcereiros foram obrigados a jurar, sob pena de morte, que guardariam segredo da sua existência. Nenhuma resposta deviam dar às suas eventuais observações. Não se lhe forneceu tinta nem pena, nem nada que lhe pudesse servir para escrever. Ele devia passar os dias segregado do mundo e dos seus semelhantes como se tivesse sido sepultado em vida.

Prisão da Bastilha, em Paris

Apesar do seu cruel confinamento, diz-se que o homem da máscara estava muito longe de ser maltratado. Pelo contrário, usava-se para com ele de excepcionais deferências e procurava-se, tanto quanto possível, satisfazer-lhe os desejos. Podia, por exemplo, assistir à missa. Facultavam-lhe livros, roupas e, ao que parece, pelo menos um instrumento musical. Os guardas acercavam-se dele com uma vénia respeitosa, curvando a cabeça e dobrando o joelho, num tratamento por norma reservado a pessoas de elevada condição.

A permanência do enigmático prisioneiro na Bastilha durou pouco mais de cinco anos. No dia 19 de Novembro de 1703 ele sentiu-se mal depois da missa. O médico da prisão, chamado de urgência, declarou que nada podia fazer para o salvar.
Quando, pelas 10 da noite, faleceu, uma actividade febril tomou conta da Bastilha. O cadáver foi rapidamente levado para o cemitério de Saint-Paul, onde foi enterrado em local desconhecido. Um registo paroquial atribuiu-lhe na ocasião uma identidade, obviamente forjada: M. de Marchiel.
Entretanto, na sinistra Bastilha, tratava-se de apagar todos os vestígios da sua passagem por ali. As roupas, bem como os parcos objectos de uso pessoal, foram lançados ao fogo. O mobiliário da cela sofreu o mesmo destino. Nem as paredes escaparam: foram cuidadosamente raspadas e, logo a seguir, pintadas, pois temia-se que o prisioneiro pudesse ter gravado nelas, por processos secretos, alguma mensagem comprometedora.


Luís XIV, rei da França (n. 1638 - f. 1715)

Pela correspondência que sobrou do caso, sabe-se que Luís XIV, rei absoluto da França, conhecia perfeitamente a identidade do prisioneiro, bem como os motivos do seu encarceramento. Aliás, terá sido o próprio soberano a determinar a condenação e o tratamento a adoptar para com ele. Para além do rei, poucos dos seus homens de confiança estavam a par do assunto. Mas a reserva e os cuidados com que sempre se conduziram fizeram com que todos se fossem despedindo da vida sem que nada transpirasse do segredo.

Este facto originou ao longo do tempo numerosas especulações, calculando-se em cerca de meia centena o número de identidades atribuídas ao preso. Homens intelectualmente respeitáveis como Voltaire ou Alexandre Dumas debruçaram-se sobre o episódio, produzindo conclusões tão imaginativas como indemonstráveis. Muitos anos depois do reinado de Luís XIV, um dos seus distantes sucessores, Luís XVI, ainda procurava - sem êxito - descobrir a verdade. O mesmo terá sucedido a Napoleão, promotor de diversas e infrutíferas investigações.

A febre especulativa levou às hipóteses mais extravagantes, na maioria rapidamente desmontadas. O mascarado foi por exemplo identificado como Molière; ou como Nicolas Fouquet, o venal superintendente das Finanças de Luís XIV (efectivamente preso por ordem deste, mas falecido no cárcere em 1680); ou como um filho ilegítimo de Carlos II de Inglaterra; ou como um amante da rainha Maria Teresa, esposa do rei...


Uma outra hipótese foi a que identificou o preso como Ercole Antonio Mattioli, ministro na corte do duque de Mântua. Mattioli terá ludibriado o monarca francês num negócio que envolvia a compra, pela França, da fortaleza fronteiriça de Casale Monferrato. Zangado, Luís XIV mandou raptar o italiano e fez com que o encerrassem na prisão de Pignerol. Os que não acreditam na hipótese dizem que Saint-Mars jamais fez segredo sobre este caso, aludindo abertamente a Mattioli nas suas cartas (ao contrário do que fazia relativamente à figura misteriosa, sempre mencionada como o "Mascarado" ou o "Prisioneiro").

De qualquer modo, em nenhuma das versões anteriores se vislumbram razões para tamanhas cautelas (rosto sempre tapado, ocultação de identidade) e, em simultâneo, para tantas manifestações de respeito diante do prisioneiro.
Com efeito, se tudo não tivesse passado de um acto de vingança do rei (ou pelo desfalque das suas finanças por um ministro desonesto; ou pela vigarice de um italiano astucioso; ou por ter sido desrespeitado na sua relação conjugal), mal se compreende que Luís XIV, monarca absoluto e poderoso, não tenha decidido tratar do caso de forma mais rápida, simples e radical - por exemplo, mandando eliminar fisicamente o abusador.

Alguma coisa terá levado a que o rei optasse por solução diferente, fazendo com que o mistério se fosse arrastando através das décadas. O caminho que ele escolheu parece indiciar, claramente, três coisas: primeiro, o temor de que o preso pudesse ser reconhecido por alguém; segundo, que a condição do mesmo justificava um tratamento cortês e reverencioso; por último, face à hipótese da execução do preso, uma espécie de má consciência ou, noutra perspectiva, algum escrúpulo.
O escrúpulo que até um monarca tão poderoso como Luís XIV não deixaria certamente de sentir perante um eventual fratricídio. 


Ana de Áustria, esposa de Luís XIII e mãe de Luís XIV (n. 1601 - f. 1666)

Isto conduz-nos, finalmente, à mais fantástica das hipóteses - a de que o prisioneiro mais não seria do que um irmão gémeo de Luís XIV.
O cardeal Richelieu, primeiro-ministro de Luís XIII (pai de Luís XIV), revelou nas suas memórias que Ana de Áustria (mãe do rei) tinha dado à luz dois filhos gémeos no dia 5 de Setembro de 1638. A primeira criança, nascida por volta do meio-dia, foi imediatamente declarada herdeira do trono. Mas, inesperadamente, pelas 8.30 horas da noite, a rainha entrou outra vez em trabalho de parto e uma segunda criança nasceu.
De acordo com o entendimento de então, o gémeo que nascia em segundo lugar era considerado o "mais velho" (porque se acreditava que fora concebido antes do outro). Por consequência, como a primeira criança fora já nomeada herdeira de Luís XIII, e para evitar complicações e disputas futuras, achou-se mais prudente ocultar o segundo nascimento. À rainha disseram que a criança tinha morrido.

O gémeo rejeitado foi confiado aos cuidados de uma parteira que o criou longe da corte - a corte onde Luís XIV, o outro gémeo, ia sendo preparado para suceder ao pai. Com o decurso dos anos, verificou-se que a semelhança física do "proscrito" com o irmão se tornara tão notória, que seriam de prever, em breve, problemas graves. Mandaram-no então para fora do país, mais concretamente para Inglaterra, onde, não se sabe por que meios, terá acabado por conhecer a sua verdadeira identidade.
Diz-se que, nessa altura, o gémeo rejeitado terá pensado em fazer valer os seus direitos - como "mais velho" que era. Mas quando reentrou em França, sob o falso nome de Eustache Dauger, os serviços secretos de Luís XIV deitaram-lhe a mão. Isso terá sucedido em Dunquerque no dia 19 de Julho de 1769.
Nesse mesmo dia, o ministro da Guerra da França, Louvois, escreveu a Saint-Mars informando-o de que iria ser enviado um prisioneiro importante para Pignerol. O preso seria mantido sob vigilância permanente, devendo ser-lhe aplicada uma máscara impeditiva de que alguém o pudesse reconhecer.

Assim terá começado o calvário de 34 anos de reclusão do infeliz Homem da Máscara de Ferro.
No entanto, por mais esforços que historiadores e estudiosos em geral tenham levado a cabo ao longo de mais de três séculos, ninguém pode garantir, de ciência certa, que algum deles tenha resolvido definitivamente o enigma... 

Décadas e décadas de clausura. Qual teria sido o seu crime?

quinta-feira, 4 de julho de 2019

O Bom, o Mau e o Vilão...


… pela Orquestra Sinfónica Nacional da Dinamarca:



Maestrina: Sarah Hicks
Compositor: Ennio Morricone
Chefe de coro: Edward Ananian-Cooper
Soprano: Christine Nonbo Andersen
Mezzo-soprano: Tuva Semmingsen
Saxofone, harmónica, flauta: Hans Ulrik
Guitarra, banjo, bandolim: Mads Kjølby

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Era uma Vez na América...


Do excelente Ennio Morricone, uma das mais belas melodias do filme Once Upon a Time in America, realizado em 1984.
E, também, uma das cenas mais tocantes deste grande filme de Sergio Leone.
Tema de Débora:

sexta-feira, 10 de maio de 2019

O Terceiro Homem (Tema musical)



Um filme britânico, de Carol Reed, estreado em 1949.

Compositor do tema musical: Anton Karas, nascido em Viena de Áustria (1906-1985)

Enredo: Holly Martins (Joseph Cotten), velho escritor de romances de "cowboys", viaja para a Viena do pós-guerra a convite do seu ex-colega da escola Harry Lime (Orson Welles), que lhe prometeu trabalho.
Quando chega ao seu destino, descobre que Lime morreu num estranho acidente de viação. Martins resolve então desvendar o que realmente aconteceu ao amigo.

Com argumento de Graham Greene, o filme foi nomeado para três Óscares, entre os quais o de melhor realizador (Carol Reed). Ganhou o de melhor fotografia.

Oiça abaixo o famoso tema musical:

domingo, 21 de abril de 2019

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Magnífico e Eterno John Barry!

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John Barry (3-Nov-1933 * 30-Janeiro-2011)
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Deu ontem entrada, por seus indiscutíveis merecimentos, na galeria dos eternos.
A sua obra continuará a encantar para sempre as gerações - nos filmes e nas colectâneas de gravações felizmente disponíveis em abundância.
Quem não se lembra?

... Out of Africa     ... Danças com Lobos
... The Lion in Winter     ... Zulu
... James Bond (série)    ... Midnight Cowboy
... King Kong    ... Mary, Queen of Scots
... The Cotton Club    ... The Scarlet Letter...
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... e tantas, tantas outras composições inesquecíveis!
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Recordamo-lo com Born Free, um dos temas em que ele soube magistralmente captar, em notas magnificentes e empolgantes, o poderoso sortilégio da velha e amada África...
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Da História do Cinema - Velhos Filmes

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1 - 1933







2 - 1941







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3 - 1933








4 - 1941






5 - 1942







6 - 1941








7 - 1936







8 - 1957









9 - 1954








10 - 1941







11 - 1941







12 - 1941







13 - 1949






14 - 1962







15 - 1952
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