domingo, 17 de julho de 2016

ESCULTURAS AFRICANAS

 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 


sábado, 16 de julho de 2016

PORTUGAL OUTRA VEZ SENHOR DA EUROPA...

CAMPEÕES EUROPEUS
DE HÓQUEI EM PATINS
 


Vitória por 6-2 na final disputada contra a Itália.
Antes, já tinha sido conseguido um surpreendente triunfo (6-1) sobre a fortíssima e favorita Espanha.

 
 
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1.ª fila, da esquerda para a direita - Diogo Rafael - Nélson Filipe (g.r.) - Gonçalo Alves - Ângelo Girão (g.r.) - Hélder Nunes.
2.ª fila, da esquerda para a direita - Rafa - Henrique Magalhães - João Rodrigues - Ricardo Barreiros - Reinaldo Ventura.

domingo, 10 de julho de 2016

SENHORES - E SENHORAS - DA EUROPA


 
Portugal, campeão europeu de futebol, com vitória (1-0) na final disputada, em Paris, contra a França, país organizador.
Equipa inicial:
1.ª fila (da esquerda para a direita) - Raphael Guerreiro - Adrien Silva - Cédric - Renato Sanches - João Mário.
2ª fila (da esquerda para a direita) - Nani - Pepe - William Carvalho - José Fonte - Rui Patrício - Cristiano Ronaldo.
Também jogaram: João Moutinho - Ricardo Quaresma - Éder. 
 

Éder, ponta-de-lança português, marca o golo do triunfo no prolongamento da partida.
 
 
 
Momento de celebração.
Em 2016, e nos próximos quatro anos, a taça de campeão europeu é portuguesa.
 
 
Entretanto, no mesmo dia 10 de Julho - ou nos dias imediatamente anteriores -, várias medalhas foram ganhas por atletas nacionais no Campeonato Europeu de Atletismo.
As mais relevantes:
 
Sara Moreira
Campeã europeia.
Medalha de ouro na meia-maratona.
 
 
 
Patrícia Mamona.
Campeã europeia.
Medalha de ouro no triplo salto.
 
 
 
Dulce Félix.
Vice-campeã europeia.
Medalha de prata nos 10.000 metros. 
 
 
Portugal iluminado, talentoso e feliz (parte inferior da imagem).
Foto que acompanha a mensagem de Terry Virts, astronauta da NASA:
Parabéns, Portugal!

terça-feira, 5 de julho de 2016

Alemanha volta a ser o maior problema da Europa...

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O regresso da "questão alemã"
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Para quem tivesse pensado que as declarações do ministro Schäuble tinham resultado de um erro de tradução, as afirmações do responsável do Mecanismo Europeu de Estabilidade, outro veterano alemão, Klaus Regling, mostram que não houve erros, nem acasos.
Tudo parece indiciar uma manobra concertada do governo alemão contra Portugal.
Numa estratégia indireta, Berlim escolheu Portugal como o elo mais fraco para reafirmar a sua hegemonia, mostrando que, depois do brexit, o cilício do Tratado Orçamental ainda aperta mais fundo.
Como num crime friamente premeditado, sabendo o poder aterrorizador das suas palavras, Schäuble e Regling assobiam para que a matilha dos especuladores de mercado identifique Portugal como uma presa.
A subida dos juros da dívida reflete que o alvo foi claramente identificado.
O objetivo será sancionar Lisboa por défice excessivo.
Se isso acontecer, Berlim arranjará maneira de livrar Madrid, para que o castigo não provoque demasiadas contracorrentes.
Se precisássemos de um sinal da caminhada da União Europeia para o abismo, eu não apresentaria o brexit, mas esta prova de que a Alemanha, desta vez sem rebuço, voltou a ser o maior problema da estabilidade e paz europeias.
Importa não esquecer que a construção da unidade europeia, seja na visão de Churchill (1946) seja na versão Schuman (1950), pretendia, também, eliminar para sempre a pulsão hegemónica da Alemanha.
Infelizmente, com a mesma grosseira falta de respeito pela realidade, a mesma determinação desprovida de esclarecimento, há gente em Berlim preparada para, pela terceira vez num século, semear o caos na Europa. (*)
(*) Viriato Soromenho Marques - Diário de Notícias, Lisboa, Portugal - 3 de Julho de 2016
 
(Título, sublinhados e ilustrações da responsabilidade da Torre da História Ibérica)

domingo, 1 de maio de 2016

Mães...

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sábado, 6 de fevereiro de 2016

VISITA RECENTE AO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE RAVENSBRÜCK, NO NORTE DA ALEMANHA (Conclusão da postagem anterior, de 2 de Fevereiro de 2016)

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Mozart - Requiem - Lacrimosa - Vídeo de Rosa Nera
(Clique no play)

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CHEGADA DAS MULHERES A RAVENSBRÜCK
 
"(...) Antes de todos os autocarros pararem ouviram-se gritos, berros, estalar de chicotes e os latidos de cães. Recebeu-nos um chorrilho de ordens e de insultos quando começámos a sair dos autocarros. Apareceram hostes de mulheres por entre as árvores - guardas de saia, blusa e boné, com chicotes nas mãos, algumas com cães a ganirem e a precipitarem-se para os autocarros.
 
Ao descerem dos autocarros, várias mulheres desmaiaram e as que se debruçavam para as ajudarem eram derrubadas por terra pelos cães ou chicoteadas. Não o sabiam ainda, mas uma das regras do campo de concentração era que ajudar outra prisioneira constituía uma infração. Cadela, cabra suja, põe-te de pé. Cadela preguiçosa.
Uma outra regra era que as prisioneiras tinham sempre de formar filas de cinco. Achtung, Achtung. Filas de cinco. Mãos ao lado do corpo.
 
As ordens ecoavam por entre as árvores enquanto as prisioneiras que ficavam para trás eram pontapeadas por botas militares. Petrificadas com o terror, de olhos pregados no solo arenoso, as mulheres faziam os possíveis por não darem nas vistas. Evitavam o olhar umas das outras. Algumas gemiam. Mais um estalar de chicotes e fez-se silêncio total.
A rotina bem ensaiada da SS cumprira o seu objetivo - causar o máximo de terror no momento da chegada. Quem tivesse pensado em oferecer resistência, a partir daquele momento ficaria submissa (...)" (Nota 1)
 
 
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AS SOBREVIVENTES
 
"Muitas mulheres desatavam a chorar durante a nossa conversa. Havia muitas vezes risos. Ninguém mostrou azedume. Mas - parece-me - muitas também não perdoaram; sem dúvida, ninguém esqueceu.
Num fim de semana em memória das vítimas, encontrei-me de novo com Wanda Wojtasik. Entrevistara pela primeira vez Wanda, uma das Kaninchen polacas mais jovens, no seu apartamento em Cracóvia.
Agora, ela estava a atirar rosas para o lago em Ravensbrück. Disse-me que um dos médicos da SS, Fritz Fischer, a contactara recentemente a pedir-lhe o seu perdão. Eu disse-lhe que não havia nada que eu pudesse perdoar-lhe. Ele teria de pedir perdão a Deus." (Nota 2)
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(NOTA 1) Sarah Helm, Se Isto É Uma Mulher, Editorial Presença, Lisboa, Portugal, pág. 43.
(NOTA 2) Idem, pág. 676.
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