Pequenas e grandes histórias da História e mensagens mais ou menos amenas sobre vidas, causas, culturas, quotidianos, pensamentos, experiências, mundo...
sábado, 7 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Morena de Angola
Compôs: Chico Buarque (Brasil)
Fotografou: Luca Gargano, importado de Bimbe
Marcadores:
África,
Angola,
Brasil,
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Música e Músicos,
Povos de África,
Povos de Angola
domingo, 1 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Gastronomia Ibérica - "Pulpo/Polvo a la Feria" (ou "a la Gallega")
Ingredientes para 4 pessoas:
2 kgs. de polvo
1 cebola pequena
1 chávena de azeite
1 colher cheia de pimentão doce
1 colher cheia de pimentão picante
Sal grosso
Método:
Lavar o polvo.
Batê-lo para que amacie.
Pôr água a ferver com a cebola num tacho.
Pôr água a ferver com a cebola num tacho.
Quando levantar fervura introduzir o polvo, retirando-o duas ou três vezes e voltando a pô-lo na água.
Deixar cozer durante 45 minutos, picar e, se estiver tenro, retirar do fogo.
Deixar repousar durante 15 minutos.
No momento de servir, retirar o polvo do tacho e cortá-lo em rodelas não muito grossas (figura acima).
Temperar com sal e azeite e polvilhar com o pimentão (a quantidade é variável, consoante o picante que se deseje).
(Pode ser acompanhado por “Pimentos de Padrón” – foto abaixo).
Deixar cozer durante 45 minutos, picar e, se estiver tenro, retirar do fogo.
Deixar repousar durante 15 minutos.
No momento de servir, retirar o polvo do tacho e cortá-lo em rodelas não muito grossas (figura acima).
Temperar com sal e azeite e polvilhar com o pimentão (a quantidade é variável, consoante o picante que se deseje).
(Pode ser acompanhado por “Pimentos de Padrón” – foto abaixo).

Soneto (Luís de Camões)
A formosura desta fresca serra,
e a sombra dos verdes castanheiros,
o manso caminhar destes ribeiros,
donde toda a tristeza se desterra;
o rouco som do mar, a estranha terra,
o esconder do sol e dos outeiros,
o recolher dos gados derradeiros,
das nuvens pelo ar a branda guerra;
enfim, tudo o que a rara natureza
com tanta variedade nos oferece,
me está (se não te vejo) magoando.
Sem ti, tudo m'enoja e m'aborrece;
sem ti, perpetuamente estou passando
nas maiores alegrias, maior tristeza.
Luís Vaz de Camões (Portugal) - 1524(?) - 1580
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Poesia Portuguesa
sábado, 24 de outubro de 2009
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