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sábado, 15 de dezembro de 2018

"IBIKE" - FELIZ NATAL!


"Ibike Iteme Bo Mie…"
("Mostrem gratidão ao vosso Criador…")

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

PENTEADOS DO POVO MUXIMBA (SUL DE ANGOLA)






















































Fonte: Angola 4 - Etnias
Texto e legendas: J. C. Pinheira - Guy Leroy - Moutinho Pereira - Emílio Filipe - Joaquim Cabral
Editora: Palanca Negra
(Não é permitida a reprodução destas imagens com intuitos comerciais)

domingo, 17 de julho de 2016

ESCULTURAS AFRICANAS

 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

África!

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Peça musical - African Sunset
Autoria - African Tribal Orchestra
Realização técnica - Juan F
Apresentação - Albina de Castro
 

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domingo, 21 de junho de 2015

A Pilhagem de África

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ÁFRICA é o continente mais pobre do mundo — e também o mais rico.
Embora concentre apenas 2% do PIB mundial, alberga 15% das reservas de petróleo, 40% do ouro e 80% da platina. No seu subsolo jaz um terço das reservas minerais do planeta.
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 Mas o que poderia constituir a salvação do continente é, pelo contrário, uma maldição.
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Os recursos naturais africanos têm sido alvo de uma pilhagem sistemática.
A contrapartida do petróleo e dos diamantes é a corrupção, a violência e desigualdades sociais gritantes.
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Os beneficiários deste saque, assim como as suas vítimas, têm nome: o crescimento acelerado de África é induzido pela voracidade de recursos naturais por parte de economias emergentes como a chinesa, e alimentado por uma rede sombria de comerciantes, banqueiros e investidores dispostos a subornar as elites políticas locais.
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Em A Pilhagem de África, Tom Burgis, premiado jornalista do Financial Times, conduz o leitor numa viagem emocionante e frequentemente chocante aos bastidores de uma nova forma de colonialismo.
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Ao longo de seis anos, o autor abraçou uma missão através da qual se propôs denunciar a corrupção e dar voz aos milhões de cidadãos africanos que sofrem na pele esta maldição.
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Aliando um trabalho aprofundado de investigação a uma narrativa plena de ação, o livro traz uma nova luz sobre os meandros de uma economia globalizada e a forma como a exploração das matérias-primas africanas concentra a riqueza e o poder nas mãos de poucos.
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Críticas de imprensa
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Uma demonstração poderosa de como a exploração e o tráfico de matérias-primas serve o enriquecimento pessoal de alguns. The Times

Um retrato vigoroso de uma voraz máquina de pilhagem. Uma composição profícua em exemplos que mostram as ligações entre empresas corruptas e as elites africanas.
The Economist

Um excelente documento sobre a exploração. Tom Burgis prestou um grande serviço a algumas
das pessoas mais pobres do mundo. Financial Times
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Páginas: 400   -   Editor: Vogaishttp://www.wook.pt/media/ficha_prod/sep_price.gif     -    Preço:19,78€
 
FONTE: WOOK
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sábado, 20 de junho de 2015

Toada Africana

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Angola dos Nossos Corações!

.Sugestão poética e musical: Albina de Castro

Poema: Rumo (de Alda Lara - Angola, 1930-1962)

Música: Do filme Blood Diamond (J. N. Howard)

Responsável técnico: SoundtracksMusic1
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É tempo, companheiro!
Caminhemos ...
Longe, a Terra chama por nós,
e ninguém resiste à voz
da Terra ...

Nela,
O mesmo sol ardente nos queimou
a mesma lua triste nos acariciou,
e se tu és negro e eu sou branco,
a mesma Terra nos gerou! 

Vamos, companheiro ...
É tempo.


Que o meu coração
se abra à mágoa das tuas mágoas 
e ao prazer dos teus prazeres.
Irmão
Que as minhas mãos brancas se estendam
para estreitar com amor
as tuas longas mãos negras ...
E o meu suor
se junte ao teu suor,
quando rasgarmos os trilhos
de um mundo melhor!


Vamos!
que outro oceano nos inflama...
Ouves?
É a Terra que nos chama ...


É tempo, companheiro!
Caminhemos ...

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Novo livro sobre Angola - "Namibe, Terra da Felicidade"

Na capa: a misteriosa welwitschia mirabilis, só encontrável no deserto do Namibe


Deu recentemente entrada na Torre uma nova e imperdível publicação sobre Angola, mais especificamente uma monografia de 215 páginas dedicada à província do Namibe (ex-distrito de Moçâmedes, no tempo português), território que preenche o sudoeste do país.

A obra, patrocinada pelo Governo Provincial do Namibe e empenhadamente apoiada pelo governador Rui Falcão, foi editada pela Chá de Caxinde (Luanda).  Contém ao longo dos textos, em excelente papel, numerosíssimas e belas ilustrações, algumas de grande raridade.

Segundo informa a UCCLA (União das Cidades  Capitais de Língua Portuguesa), este trabalho corporiza a primeira monografia sobre uma província da Angola independente, ficando, também por isso, a constituir um marco histórico.

Foi lançada, pelas autoridades governamentais, na cidade capital do Namibe.

Dama mucubal regalando-se com o seu cachimbo (foto Rurukina)
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Namibe, Terra da Felicidade teve a coordenação de Miguel Anacoreta Correia e Maria Eleutéria Ornelas, e integrou o contributo de diversos investigadores e especialistas das temáticas abordadas, alguns deles nascidos no Namibe.
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A capital Namibe (ex-Moçâmedes), anos 60
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Com um Prefácio do governador do Namibe, Rui Falcão, e uma Introdução de Miguel Anacoreta Correia, o trabalho divide-se em 4 partes:

1.ª PARTE - MEIO FÍSICO, RECURSOS NATURAIS, POPULAÇÃO

2.ª PARTE - HISTÓRIA - DAS ORIGENS À INDEPENDÊNCIA

3.ª PARTE - NAMIBE: UM OLHAR NO PRESENTE

4.ª PARTE - UM OLHAR PARA O FUTURO
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As vaidosas himbas são rainhas de elegância e de beleza (foto Dror Yalon)
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Os textos de Namibe, Terra da Felicidade tiveram as seguintes autorias (com as respectivas págs. entre parêntesis):

1.ª PARTE
Fauna e Flora (25-26) - Prof. Augusto Manuel Correia
Grupos Humanos no Namibe (43-48) - Dr. Ildeberto Madeira
Mbali, Quimbares. Kimbar. Tyimbari (48-49) - Dr. Ildeberto Madeira

2.ª PARTE
Das Origens à Independência (53-102) - Dr. José Bento Duarte
Da Independência à Actualidade (103-104) - Gen. H. Dolbeth e Costa

3.ª PARTE
Urbanismo (121-133) - Arq.º Vasco Morais Soares
O Namibe nas Letras (162-168) - Dr. Manuel Rodrigues Vaz
Centro de Estudos do Deserto (168-170) - Dr. Samuel Aço
Agricultura e Pecuária (174-178) - Prof. Augusto Manuel Correia

4.ª PARTE
Agricultura e Pecuária (188-192) - Prof. Augusto Manuel Correia

(Os textos não referenciados foram elaborados pela equipa de coordenação)

O maravilhoso deserto do Namibe
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Como se diz na Introdução, Namibe, Terra da Felicidade "pode ser particularmente útil aos estudantes dos ensinos secundários e superior e seus professores, para funcionários públicos com responsabilidades de enquadramento e, também, para responsáveis por organizações da sociedade civil da Província; e ainda para todos aqueles que, por esta ou por aquela razão, têm interesse em melhor conhecer o Namibe, nomeadamente empresários ou candidatos a investidores, ou, apenas, turistas ou amigos de viajar pela leitura".

São abundantes os pontos de interesse deste magnífico trabalho, desde o pequeno ao grande facto, da pequena à grande História... Apenas a título de exemplo, ficam apontamentos que nos permitem distinguir o que há muito é confundido (o deserto do Namibe não é o deserto do Kalahari); a província do Namibe (parte integrante de Angola) nada tem a ver com a Namíbia (país independente confinante com o sul de Angola), embora ambas partilhem o imenso deserto do Namibe.

É defendida a sugestiva e consistente tese de que as cavernas e furnas do Namibe terão sido, com outros lugares de África, um dos berços da Humanidade; há ainda as invasões dos povos hereros (mucubais, himbas, etc.) que aqui acharam os primitivos habitantes (cuissis, kuepes); os navegadores portugueses do século XV, com a tese de que a desgraça política de Diogo Cão, o herói português, terá nascido defronte das terras do Namibe; as produções literárias de um surpreendentemente vasto leque de autores nascidos no território; as semelhanças urbanísticas da capital com as urbes portuguesas do Algarve; a arte inesperada e impressiva dos Mbali; os dramas e as glórias das primeiras colonizações e da luta pela independência; e muitos, muitos outros elementos de interesse desta terra fascinante entre as mais fascinantes...


O belo sorriso de um povo bom e inesquecível (foto Malanjino)
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Segundo informações que recolhemos,  os milhares de exemplares de Namibe, Terra da Felicidade destinaram-se essencialmente a Angola.

Em Portugal, os poucos exemplares restantes podem ser ainda encomendados aos balcões da FNAC.

Para entregas mais rápidas (prazo de 1 dia) é recomendado o contacto online com o distribuidor oficial português, Perfil Criativo, bastando escrever no motor de busca: Perfil Criativo. Loja. Namibe.

Se preferir o contacto por correio electrónico, use   info@perfilcriativo.net

Preço de venda ao público: € 20.

Boa e proveitosa leitura!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Feliz Natal

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(Coros do povo Wagogo, África, num trabalho de Bovenga Na Muduma)
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Até sempre, Madiba! E obrigado.


Nelson Rolihlahla Mandela (1918-2013)

“Eu não nasci com fome de liberdade.

Nasci livre – livre de todas as formas minhas conhecidas. Livre para correr pelos campos perto da cabana da minha mãe, livre para nadar no ribeiro claro que atravessava a vila, livre para assar milho sob as estrelas e montar na garupa larga de toiros vagarosos. Enquanto obedecesse ao meu pai e respeitasse os costumes da minha tribo, não me incomodava com as leis do homem ou de Deus.

Foi só quando comecei a aperceber-me que a minha liberdade de criança era uma ilusão, quando descobri, como jovem, que a minha liberdade já me fora tirada, que comecei a ansiar por ela.

Ao princípio, quando era estudante, queria liberdade apenas para mim, as liberdades transitórias de poder ficar fora à noite, ler o que me apetecesse e ir onde quisesse. Mais tarde, jovem em Joanesburgo, ansiava pelas liberdades básicas e honradas de realizar o meu potencial, de ganhar a vida, casar e ter uma família – a liberdade de não ser obstruído na vida de acordo com a lei.

Mas, então, comecei lentamente a ver que não só não era livre, mas também os meus irmãos e as minhas irmãs não o eram. Vi que não era só a minha liberdade que era limitada, mas a liberdade de todos os que se pareciam comigo. Foi quando me inscrevi no Congresso Nacional Africano e foi quando a minha grande fome de liberdade para mim próprio se transformou na maior fome de liberdade para o meu povo.

Foi este desejo de que o meu povo tivesse a liberdade de viver a sua vida com dignidade e auto-respeito que motivou a minha vida, que transformou um jovem assustadiço numa pessoa audaz, que levou um advogado respeitador da lei a transformar-se num criminoso, que fez de um marido amigo da família um homem sem lar, que forçou um homem que amava a vida a viver como um monge.

Eu não sou nem mais virtuoso, nem mais abnegado do que qualquer outra pessoa, mas descobri que não conseguia nem sequer desfrutar das liberdades mesquinhas e limitadas que me eram permitidas, sabendo que o meu povo não era livre. A liberdade é indivisível; as cadeias que acorrentavam um só elemento do meu povo eram cadeias neles todos, as cadeias em todo o meu povo eram cadeias em mim.

Foi durante esses longos anos solitários que a minha fome de liberdade para o meu povo se transformou na fome de liberdade para todos os povos, brancos e negros. Sabia muito bem que o opressor precisava tanto de ser libertado como o oprimido. Um homem que rouba a liberdade a outro é prisioneiro do ódio, está preso por trás das grades dos preconceitos e da estreiteza de vistas. Não sou verdadeiramente livre se tiro a liberdade a alguém, da mesma forma que não sou livre quando me tiram a minha liberdade. O opressor e o oprimido são igualmente privados da sua liberdade (…).

Percorri esse longo caminho para a liberdade. Tentei não fraquejar; dei passos errados ao longo do percurso. Mas descobri o segredo: que, depois de escalar uma grande montanha, apenas se descobre que há muitas mais montanhas para subir.

Parei aqui um pouco para descansar, para deitar uma olhada à vista maravilhosa que me rodeia, para olhar para a distância de onde vim. Mas posso descansar somente por um momento, porque com a liberdade vêm as responsabilidades – e não me atrevo a demorar-me, pois a minha caminhada ainda não terminou.”

(Últimas palavras da autobiografia de um ser humano extraordinário)

Obra publicada em Portugal, no ano de 1995, por Campo das Letras - Editores, S. A., com o título:
Longo Caminho para a Liberdade – A Autobiografia de Nelson Mandela.
Recomenda-se vivamente a leitura integral deste inesquecível documento.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Combate do Pembe, Sul de Angola - Foi há 108 anos...

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Pode relembrar aqui:

Na imagem, capa do n.º 367 do "Mundo de Aventuras", publicado em 23 de Agosto de 1956 pela Agência Portuguesa de Revistas (Lisboa).

Com desenhos de Carlos Alberto Santos e o título O Combate do Pembe, este semanário de banda desenhada publicou, a partir do referido número, uma emocionante evocação do desastre militar português no Sul de Angola.
Para aquele autor, a figura central do drama foi a de João Roby (cf. capa acima).
Foi há 108 anos...