quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Entretanto, apesar do suspiro de alívio...

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"(…) Há um espectro que avassala hoje a União Europeia e a afasta de um futuro de grandeza e prosperidade sustentável.
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Um perigo letal que ameaça a segurança dos bens, a integridade física e a saúde mental de mais de 500 milhões de habitantes daquela que, até há pouco, foi a região mais justa e equilibrada do planeta.
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Esse espectro não é constituído pelos mercados, nem sequer pelos especuladores, ao contrário do que continuam a repetir os que olham a luz forte do mundo com os óculos escuros da ideologia.
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O espectro que poderá matar a Europa é a falta de espírito europeu dos seus dirigentes políticos, cada vez mais preocupados com a sua situação nacional e ignorando que a interdependência criada pela União Europeia é a alma dessa mesma "situação nacional".
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Produzimos uma democracia nacional, capturada por partidos venais e alimentada pelo comodismo cívico dos cidadãos, que se transformou numa máquina de eleger gente medíocre para tomar decisões estratégicas.
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 Não se pode pedir a pessoas destituídas de visão que sejam atiradores de elite.
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Ou a gente que só pensa na sua reeleição, como é o caso de quase todos os líderes sentados hoje em Bruxelas, que tenha um rasgo de grandeza.
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A Europa tem futuro.
Ele implicará uma refundação democrática, republicana e federal da União.
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Bem gostaríamos de estar enganados, contudo, tudo indica que esse caminho terá de ser percorrido através dos escombros de um vendaval, que sucessivas cimeiras têm ajudado a tornar inevitável." (*))
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(*) Viriato Soromenho-Marques - A Europa tem futuro - Diário de Notícias - Portugal - 20Out2011
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sábado, 1 de outubro de 2011

Lisboa, Portugal - Nas encostas do castelo de S. Jorge

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(Clicar nas imagens para ampliar)



























































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A cidade de Lisboa foi conquistada aos Mouros, no ano de 1147, pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.
Haviam decorrido 436 anos sobre a vitoriosa invasão muçulmana da Península Ibérica comandada pelo berbere Tariq ibn Zyiad, governador de Tânger (ano de 711, desembarque em Gibraltar).
No assalto à cidade, D. Afonso Henriques foi auxiliado por uma armada de cruzados (anglo-normandos, flamengos e alemães), num total de cerca de 13000 homens.
Os sangrentos combates tiveram início em finais de Junho de 1147. A 25 de Outubro, depois de corajosa e desesperada resistência dos muçulmanos, o castelo e a cidade caíam definitivamente nas mãos dos Portugueses.
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As fotos pertencem ao arquivo da Torre, com excepção da última, de autor(a) desconhecido(a).
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